O texto também sugere o estímulo à cooperação nacional e internacional para troca de experiências sobre o atendimento à pessoa idosa. E o apoio ao desenvolvimento de estudos e pesquisas para o aumento da participação dos idosos na vida do País. Como a população mais velha recorre com mais frequência às unidades públicas de saúde, a proposta assegura, ainda, a formação permanente da equipe do Sistema Único de Saúde, SUS, para lidar com a Terceira Idade.
O projeto foi aprovado aqui na Câmara em 2013; mas, como recebeu emendas no Senado, voltou à análise dos deputados em 2015. Agora, foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família. A relatora na comissão, deputada Leandre, do PV do Paraná, explica como foi a mudança feita pelos senadores.
“Ela faz apenas algumas ratificações e melhorias na técnica legislativa, retirando alguns termos desnecessários e deixando mais claro, assim, de quem de verdade é o direito, que é das pessoas idosas.”
“Através dos conselhos, o idoso consegue ter a voz ativa e consegue estar representado e cobrar, também do Executivo, a implementação da política pública. Isso é de extrema importância.”
