
Ministros de mais de 80 países estão reunidos nas COPs (Conferências das Partes) para discutir formas para regulamentar e controlar substâncias tóxicas para o meio ambiente. O debate sobre regulamentação e controle de poluidores termina sexta-feira em Genebra.
O encontro engloba três conferências sobre questões relacionadas a agentes poluidores, a da Basileia, de Estocolmo e de Roterdã. A reunião foi organizada pelo Pnuma, Programa da ONU (Organização das Nações Unidas) para o Meio Ambiente.
“Eles pretendem discutir em mesas redondas o tema sinergias e a implementação das convenções sobre substâncias químicas e resíduos tóxicos nos níveis nacionais, regionais e globais”, explica Carla Valle-Klann, a gerente de programa, à rádio ONU. “O objetivo principal desse encontro, o resultado desse encontro pretende-se adotar uma declaração ministerial cobrindo todos esses temas.”
Os representantes dos países vão discutir, também, a realização de uma nova conferência para lidar com o perigo do mercúrio, chamada Convenção Minamata.
Substâncias perigosas – Carla explicou ainda que a Convenção da Basileia trata da regulamentação do lixo tóxico. A de Estocolmo, cuida da obrigação dos países para implementar medidas de controle sobre substâncias químicas conhecidas como poluentes orgânicos persistentes ou POPs. E, finalmente, a Convenção de Roterdã trata do comércio de agrotóxicos e de substâncias químicas perigosas feito entre as nações.
O Brasil é signatário das três convenções. O mesmo acontece com Portugal, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo Verde. Já Angola e São Tomé e Príncipe firmaram a Convenção de Estocolmo. Das nações lusófonas, apenas Timor-Leste não é signatário de nenhuma delas. (Fonte: UOL)
